Rumo ao Rio de Janeiro

by Charlles Nunes
(Angra dos Reis, RJ, Brasil)

Cheguei em casa à noitinha. Após avisar às crianças e à amiga que estava cuidando deles sobre nossas opções, saí novamente, para pegar o ônibus das onze com um novo endereço na mão.

Nossas alternativas pareciam estar diminuindo...

Cheguei ao Rio pouco mais de duas da manhã. Na rodoviária, informei- me sobre o próximo ônibus que passaria perto do Hospital Infantil Samci. Teria que esperar quase uma hora.

Conversei com um cobrador, que indicou- me um taxista, e dali a vinte minutos cheguei ao hospital.

No quarto andar, num quartinho minúsculo, contíguo a vários outros quartinhos, estava a Poli, com a Martha sentada ao seu lado. Aquela era a UTI. Em comparação ao que vimos em Barra Mansa, aquele lugar me pareceu minúsculo, um desafio à parte.

Havíamos levado a referência de um médico especialista em hematologia, mas o mesmo, além de não ser pediatra, não atendia pelo plano. Fomos informados que haviam encontrado um novo médico para acompanhar o caso. Foi uma péssima idéia!

De madrugada, cansados, desorientados, fizemos a única coisa que nos parecia razoável no momento: confiamos. Fui aconselhado a procurar o tal médico na manhã seguinte para mostrar-lhe os exames.

Ligamos para o hematologista de nossa confiança em Barra Mansa e perguntamos-lhe se o procedimento era normal. Fizemos o que nos cabia fazer...

Seguimos em frente.


AnteriorÍndiceSeguinte

Click here to post comments

Join in and write your own page! It's easy to do. How? Simply click here to return to Simplesmente Poliana.